Quer colocar IA na sua empresa e não sabe por onde começar?
A gente implanta onde ela devolve mais rápido. A pergunta que hoje leva horas passa a levar segundos, o trabalho repetitivo passa a acontecer sozinho e o relatório da semana chega pronto. Esta página mostra quanto cada coisa devolve.
Quatro coisas que passam a funcionar sozinhas.
Nenhuma delas é um assistente genérico. São capacidades que usam o dado da sua empresa, com regra de acesso definida, e que continuam funcionando depois que a gente sai.
Uma fonte única que responde sobre a sua empresa
O que passa a existir. Contratos, procedimentos, histórico de cliente e o que mais estiver espalhado passam a ser consultáveis em linguagem normal.
O que isso entrega. A pergunta que levava horas e três pessoas passa a ter resposta em segundos, citando de qual documento veio. Ninguém precisa mais saber em que pasta a informação está.
Atendimento que resolve em vez de encaminhar
O que passa a existir. O primeiro contato passa a entender o pedido, consultar o sistema e responder com dado real, encaminhando para uma pessoa só o que precisa de decisão.
O que isso entrega. A fila de casos simples deixa de ocupar o time. Quem atende passa o dia no que exige julgamento, que é onde a pessoa faz diferença.
Trabalho repetitivo executado do começo ao fim
O que passa a existir. Conferência de documento, preenchimento de sistema, cruzamento de planilha e disparo do próximo passo acontecem sozinhos, com registro de tudo.
O que isso entrega. O que dependia de alguém lembrar de fazer passa a acontecer sempre. E some a categoria de erro que vem de digitar a mesma coisa em dois lugares.
Relatório que já chega pronto
O que passa a existir. Os números que a diretoria pede toda semana passam a ser gerados a partir das bases que já existem, no formato em que a decisão é tomada.
O que isso entrega. A reunião deixa de começar discutindo de quem é o número certo. O tempo que ia para montar planilha vai para decidir o que fazer com ela.
Nem toda empresa precisa das quatro, e quase nenhuma precisa das quatro ao mesmo tempo. A ordem certa depende de onde está o seu gargalo, e é isso que a conversa inicial resolve.
O primeiro caso de uso decide o resto.
Começar pelo projeto mais impressionante é o erro mais caro e o mais comum. O primeiro precisa entregar resultado rápido, porque é ele que compra permissão para o segundo.
Onde cada item cai muda de empresa para empresa. A posição na matriz sai do diagnóstico, com os seus processos e as suas bases.
Quatro estágios. O seu define a conversa.
Vale identificar o seu antes de falar com a gente. A recomendação muda completamente de um para o outro, e chegar sabendo disso economiza a primeira meia hora.
Ainda não começamos
Ninguém usa nada de forma organizada. Existe interesse e nenhuma decisão tomada.
Próximo passoO próximo passo é escolher um caso de uso com retorno alto e esforço baixo, e provar valor em semanas em vez de meses.
Cada um testa o seu
Várias pessoas usando ferramentas por conta própria. Ganho real, porém individual, e nenhum controle sobre que dado sai da empresa.
Próximo passoO próximo passo é definir a regra do que pode e do que não pode, antes que o improviso vire padrão da casa.
Temos um piloto parado
Alguém montou algo que funcionou na demonstração e não entrou na operação. Costuma faltar dado interno, dono ou integração.
Próximo passoO próximo passo é descobrir por que ele não passou, porque isso quase nunca é problema do modelo.
Funciona e queremos ampliar
Existe algo em produção entregando resultado, e a dúvida é como levar isso para outras áreas sem multiplicar risco e custo.
Próximo passoO próximo passo é transformar o que funcionou em base comum, para a segunda área custar uma fração da primeira.
Se nenhum dos quatro descreve a sua empresa, é sinal de que a situação é mais específica do que o comum, e aí a conversa é ainda mais útil. Traga o cenário como ele é.
Como a gente entra
Parceiro, não fornecedor.
Você compartilha a visão e o contexto. A gente traduz isso em estrutura e arquitetura, executa junto e responde pelo que construiu.
01
Entender
O cenário como ele é, o que já foi tentado e o que a operação resolve por fora do sistema.
02
Decidir
A estrutura e a arquitetura que sustentam a sua visão, com o motivo de cada alternativa descartada registrado.
03
Construir
A execução é nossa também. O que foi decidido vira sistema em produção, com o seu time dentro do trabalho e não ao lado dele.
04
Sustentar
Convenções, governança e conhecimento instalados em quem fica, para a empresa seguir sem depender da gente.
De ferramenta solta a capacidade da empresa.
O nome do cliente e os sistemas envolvidos ficam de fora por acordo de confidencialidade. O que dá para contar é o que passou a existir e o que isso mudou.
Várias áreas usando ferramentas por conta própria, com resultado real porém individual. O que funcionava em uma área não chegava às outras, e ninguém tinha visibilidade sobre que dado estava saindo da empresa.
Uma base de conhecimento sobre os acervos da própria empresa, uma camada única por onde todo acesso passa, automações que executam trabalho de ponta a ponta e um catálogo dizendo que ferramenta usar para cada tipo de tarefa e de dado.
A IA passou a responder sobre o negócio, com origem rastreável, em vez de responder sobre o mundo. O conhecimento deixou de morrer na área que o criou. E passou a existir uma resposta única para a pergunta de que dado pode ir para onde.
As áreas criando os próprios fluxos com segurança, sem depender de um time central para cada pedido. É esse ponto que decide se o programa escala ou vira gargalo.
O que costumam nos perguntar.
Quanto tempo até ver alguma coisa funcionando?
Quando o primeiro caso é escolhido com critério, semanas. É proposital: o primeiro resultado existe para comprar permissão para o segundo, então ele precisa aparecer rápido e ser óbvio para quem não é técnico.
Os nossos dados vão para fora da empresa?
Essa é uma decisão de arquitetura, não uma consequência inevitável. Dá para montar de forma que o dado sensível não saia do seu controle, e a regra de o que pode ir para onde é definida antes de qualquer coisa entrar em produção.
A gente precisa arrumar os dados antes de começar?
Não precisa estar tudo organizado, mas precisa estar claro o que existe e onde. Boa parte do trabalho inicial é justamente essa: definir o que entra na base e o que fica de fora.
Isso vai substituir pessoas do time?
A mudança que a gente vê é de composição do dia, não de tamanho do time. O trabalho repetitivo sai, e o que sobra é o que exige julgamento. Se a expectativa for corte de quadro no mês seguinte, é melhor dizer isso na primeira conversa.
Vocês ficam depois que implantam?
Só se fizer sentido. A capacitação das áreas faz parte do trabalho justamente para que o programa não dependa da gente. Se depender, ele não escala.
Quanto custa?
Depende do caso de uso e da profundidade, e por isso não existe tabela. O que dá para adiantar é que cobramos por escopo e não por hora, e que a proposta só vem depois de existir clareza sobre o que resolve o seu problema.
Uma conversa para descobrir onde a IA muda o seu número.
Não é demonstração de ferramenta. É olhar a sua operação e apontar onde existe ganho real, em que ordem e o que precisa estar de pé antes. Se a resposta for que ainda não é hora, a gente diz isso também.
Cerca de 40 minutos, sem apresentação comercial e sem compromisso.
O que ajuda trazer
- Um processo que você já sabe que consome tempo demais.
- Onde a informação da empresa está hoje, mesmo que a resposta seja em todo lugar.
- O estágio em que você se encaixou nos quatro da página.
- Se existe alguma tentativa anterior e o que aconteceu com ela.