Equipe trabalhando em computadores, com gráficos e painéis na tela

Inteligência artificial na prática

IA na sua empresa: a gente implanta onde ela devolve mais rápido.

Quer colocar IA na empresa e não sabe por onde começar? A pergunta que hoje leva horas passa a levar segundos, o trabalho repetitivo passa a acontecer sozinho e o relatório da semana chega pronto. Esta página mostra quanto cada coisa devolve.

Comece pela conversa de diagnóstico

Conversa de diagnóstico: 40 minutos · Online · Sem apresentação comercial

A resposta cita de onde veio

O dado não sai do controle da empresa

Funciona para quem não é técnico

+135

projetos entregues desde 2017

2017

conectando decisão e execução desde então

+300

profissionais mentorados em times de clientes

Empresas que já contaram com a High Concept

Dancehub Parque Tecnológico de São Caetano Prudential .add Febraban Timeline avuke Smart Hair Agência Aeron Multcare Fácil Medicina Sociedade Consciente Abc Valley Cliente Dancehub Parque Tecnológico de São Caetano Prudential .add Febraban Timeline avuke Smart Hair Agência Aeron Multcare Fácil Medicina Sociedade Consciente Abc Valley Cliente

O que a gente implanta

Quatro coisas que passam a funcionar sozinhas.

Nenhuma delas é um assistente genérico. São capacidades que usam o dado da sua empresa, com regra de acesso definida, e que continuam funcionando depois que a gente sai.

01

Uma fonte única que responde sobre a sua empresa

Contratos, procedimentos, histórico de cliente e o que mais estiver espalhado passam a ser consultáveis em linguagem normal.

Você leva: A pergunta que levava horas e três pessoas passa a ter resposta em segundos, citando de qual documento veio.

02

Atendimento que resolve em vez de encaminhar

O primeiro contato passa a entender o pedido, consultar o sistema e responder com dado real, encaminhando para uma pessoa só o que precisa de decisão.

Você leva: A fila de casos simples deixa de ocupar o time. Quem atende passa o dia no que exige julgamento.

03

Trabalho repetitivo executado do começo ao fim

Conferência de documento, preenchimento de sistema, cruzamento de planilha e disparo do próximo passo acontecem sozinhos, com registro de tudo.

Você leva: O que dependia de alguém lembrar de fazer passa a acontecer sempre. E some o erro de digitar a mesma coisa em dois lugares.

04

Relatório que já chega pronto

Os números que a diretoria pede toda semana passam a ser gerados a partir das bases que já existem, no formato em que a decisão é tomada.

Você leva: A reunião deixa de começar discutindo de quem é o número certo. O tempo de montar planilha vai para decidir o que fazer com ela.

Nem toda empresa precisa das quatro, e quase nenhuma precisa das quatro ao mesmo tempo. A ordem certa depende de onde está o seu gargalo, e é isso que a conversa inicial resolve.

Onde começar

O primeiro caso de uso decide o resto.

Começar pelo projeto mais impressionante é o erro mais caro e o mais comum. O primeiro precisa entregar resultado rápido, porque é ele que compra permissão para o segundo.

Comece por aqui

Retorno alto, esforço baixo

Trabalho que já existe, é repetitivo e usa dado que a empresa já tem. Entrega em semanas.

Deixe para depois

Esforço alto, retorno incerto

Modelo próprio treinado do zero e assistente que não alcança o dado interno. Impressiona na demonstração e não muda a operação.

Onde cada item cai muda de empresa para empresa. A posição na matriz sai do diagnóstico, com os seus processos e as suas bases.

Em que ponto você está

Quatro estágios. O seu define a conversa.

Vale identificar o seu antes de falar com a gente. A recomendação muda completamente de um para o outro, e chegar sabendo disso economiza a primeira meia hora.

Estágio 01

Ainda não começamos

Ninguém usa nada de forma organizada. Existe interesse e nenhuma decisão tomada.

Próximo passo: Escolher um caso de uso com retorno alto e esforço baixo, e provar valor em semanas em vez de meses.

Estágio 02

Cada um testa o seu

Várias pessoas usando ferramentas por conta própria. Ganho real, porém individual, e nenhum controle sobre que dado sai da empresa.

Próximo passo: Definir a regra do que pode e do que não pode, antes que o improviso vire padrão da casa.

Estágio 03

Temos um piloto parado

Alguém montou algo que funcionou na demonstração e não entrou na operação. Costuma faltar dado interno, dono ou integração.

Próximo passo: Descobrir por que ele não passou, porque isso quase nunca é problema do modelo.

Estágio 04

Funciona e queremos ampliar

Existe algo em produção entregando resultado, e a dúvida é como levar isso para outras áreas sem multiplicar risco e custo.

Próximo passo: Transformar o que funcionou em base comum, para a segunda área custar uma fração da primeira.

Se nenhum dos quatro descreve a sua empresa, é sinal de que a situação é mais específica do que o comum, e aí a conversa é ainda mais útil. Traga o cenário como ele é.

Equipe multidisciplinar reunida em escritório, trabalhando em frente a computadores

Um caso real

De ferramenta solta a capacidade da empresa.

O nome do cliente e os sistemas envolvidos ficam de fora por acordo de confidencialidade. O que dá para contar é o que passou a existir e o que isso mudou.

Ver o case completo

A situação

Várias áreas usando ferramentas por conta própria, com resultado real porém individual. O que funcionava em uma área não chegava às outras, e ninguém tinha visibilidade sobre que dado estava saindo da empresa.

O que passou a existir

Uma base de conhecimento sobre os acervos da própria empresa, uma camada única por onde todo acesso passa, automações que executam trabalho de ponta a ponta e um catálogo dizendo que ferramenta usar para cada tipo de tarefa e de dado.

O que isso entregou

A IA passou a responder sobre o negócio, com origem rastreável, em vez de responder sobre o mundo. O conhecimento deixou de morrer na área que o criou. E passou a existir uma resposta única para a pergunta de que dado pode ir para onde.

O que ficou depois

As áreas criando os próprios fluxos com segurança, sem depender de um time central para cada pedido. É esse ponto que decide se o programa escala ou vira gargalo.

Depoimentos

O trabalho, na voz de quem esteve junto.

Sociedade Consciente

“Equipe capacitada e que soube me orientar do começo ao fim do meu projeto, com atenção, empenho, criatividade e inovação. Realmente, alto padrão de qualidade.”

Scarlett Rodrigues

Scarlett Rodrigues

Fundadora, Sociedade Consciente

Timeline International

“Durante todo o tempo de projetos juntos, os serviços prestados pela equipe da High Concept sempre foram de alta qualidade. Sempre houve total disponibilidade voltada para os projetos.”

Antonio Neto

Antonio Neto

Head de Produto, Timeline International

Agência Aeron

“A High Concept foi nosso primeiro parceiro e estamos super satisfeitos, superaram nossas expectativas com os serviços prestados desde a plataforma desenvolvida até o suporte e continuaremos com essa parceria fantástica.”

Roberto Marques

Roberto Marques

Sócio Diretor, Agência Aeron

Multcare

“Excelente atendimento e rápidos na conclusão do projeto, entregando todas as especificações antes de todo o prazo, superando todas expectativas.”

Vladimir Prado

Vladimir Prado

Fundador, Multcare

Faro Food

“Com minha empresa aberta há 3 anos, toda consultoria que tive não soube me orientar, me fazendo esquecer do real objetivo da Faro Food. Eles nos ajudaram na visão e nos nossos objetivos.”

Priscila Brandão

Priscila Brandão

CEO e fundadora, Faro Food

Dúvidas frequentes

O que costumam nos perguntar.

Quanto tempo até ver alguma coisa funcionando?

Quando o primeiro caso é escolhido com critério, semanas. É proposital: o primeiro resultado existe para comprar permissão para o segundo, então ele precisa aparecer rápido e ser óbvio para quem não é técnico.

Os nossos dados vão para fora da empresa?

Essa é uma decisão de arquitetura, não uma consequência inevitável. Dá para montar de forma que o dado sensível não saia do seu controle, e a regra de o que pode ir para onde é definida antes de qualquer coisa entrar em produção.

A gente precisa arrumar os dados antes de começar?

Não precisa estar tudo organizado, mas precisa estar claro o que existe e onde. Boa parte do trabalho inicial é justamente essa: definir o que entra na base e o que fica de fora.

Isso vai substituir pessoas do time?

A mudança que a gente vê é de composição do dia, não de tamanho do time. O trabalho repetitivo sai, e o que sobra é o que exige julgamento. Se a expectativa for corte de quadro no mês seguinte, é melhor dizer isso na primeira conversa.

Vocês ficam depois que implantam?

Só se fizer sentido. A capacitação das áreas faz parte do trabalho justamente para que o programa não dependa da gente. Se depender, ele não escala.

Quanto custa?

Depende do caso de uso e da profundidade, e por isso não existe tabela. O que dá para adiantar é que cobramos por escopo e não por hora, e que a proposta só vem depois de existir clareza sobre o que resolve o seu problema.

Equipe trabalhando em computadores, com gráficos e painéis na tela

Seu próximo passo

Uma conversa para descobrir onde a IA muda o seu número.

Não é demonstração de ferramenta. É olhar a sua operação e apontar onde existe ganho real, em que ordem e o que precisa estar de pé antes. Se a resposta for que ainda não é hora, a gente diz isso também.

O que ajuda trazer

  • Um processo que você já sabe que consome tempo demais.
  • Onde a informação da empresa está hoje, mesmo que a resposta seja em todo lugar.
  • O estágio em que você se encaixou nos quatro da página.
  • Se existe alguma tentativa anterior e o que aconteceu com ela.

Você sai sabendo onde existe ganho real, em que ordem e o que precisa estar de pé antes.

Retrato de Hilder Cesar, fundador

Hilder Cesar

Fundador da High Concept · conduz a conversa de diagnóstico

Reunião de diagnóstico · 40 minutos

Conte o cenário. Retorno em até um dia útil.

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Seus dados ficam com a High Concept e servem só para responder ao contato.