Avaliação tecnológica
Você decide o investimento sabendo o que tem embaixo.
Antes de investir, adquirir ou trocar de fornecedor, alguém precisa dizer o que o ativo de tecnologia realmente sustenta e quanto vai custar mantê-lo. Essa leitura raramente vem de dentro com isenção.
- Linguagem de comitê
- Risco em prazo e custo
- Sob acordo de confidencialidade
O problema
Os sinais de que é isso
Serve para investimento, fusão ou aquisição, compra de tecnologia, troca de fornecedor, entrada de um novo CTO ou reestruturação de área.
“Precisamos avaliar tecnicamente uma empresa antes de investir.”
“Temos um fornecedor e não sabemos se o que ele entregou se sustenta.”
“Vamos trocar a liderança de tecnologia e ninguém sabe o que tem embaixo.”
“Existe um número de dívida técnica na mesa e ninguém sabe de onde saiu.”
O que fica funcionando
As respostas que você recebe
O que passa a ser verdade quando o trabalho termina, e segue verdade depois que a gente sai.
01
O que o sistema realmente entrega hoje
O que passa a existir. O que ele faz de fato, e o que a operação resolve por fora dele.
O que isso entrega. A apresentação do vendedor deixa de ser a única fonte.
02
Onde está o risco de continuidade
O que passa a existir. Que regras dependem de uma pessoa só e o que quebra junto.
O que isso entrega. Costuma pesar mais no preço que a dívida de código, porque some junto com a pessoa.
03
Até onde dá para crescer sem reescrever
O que passa a existir. Se a estrutura aguenta o próximo estágio ou se existe um teto que ninguém calculou.
O que isso entrega. O teto aparece quando o plano de crescimento der certo, que é o pior momento para descobrir.
04
Quanto custa arrumar, em meses e em dinheiro
O que passa a existir. A dívida técnica traduzida em prazo e investimento, com prioridade declarada.
O que isso entrega. É essa tradução que entra no valuation. Adjetivo não desconta nada.
O que sai da sua cabeça
Quatro perguntas que você leva respondidas para a mesa.
“O que esse sistema realmente entrega?”
A leitura do que ele faz de fato, e do que a operação resolve por fora dele.
“O que quebra se essa pessoa sair?”
As regras que dependem de uma pessoa só aparecem nomeadas, junto com o que cai com elas.
“Até onde dá para crescer sem reescrever?”
O teto de escala calculado antes de o plano de crescimento dar certo e encontrá-lo.
“Quanto custa arrumar?”
A dívida traduzida em meses e em dinheiro, na linguagem em que o comitê decide.
Evidência
Tecnologia avaliada por quem já operou o que avalia
A leitura vem de ter conduzido plataformas críticas por dentro, em setores onde erro custa caro, somada a mais de 120 projetos entregues desde 2017.
+120
projetos entregues desde 2017
8
anos de High Concept, e 15 de trajetória do fundador
+300
profissionais formados e mentorados

Case
Diagnóstico antes de desenvolvimento, num ativo crítico
O mesmo método aplicado quando o objetivo é avaliar um ativo em vez de recuperá-lo. O que foi encontrado, o que foi medido e o que foi decidido.

Landing
A página dedicada ao tema, com o painel de leitura do ativo e a dívida técnica traduzida em prazo.
Como a gente entra
Parceiro, não fornecedor.
Você compartilha a visão e o contexto. A gente traduz isso em estrutura e arquitetura, executa junto e responde pelo que construiu.
01
Entender
O cenário como ele é, o que já foi tentado e o que a operação resolve por fora do sistema.
02
Decidir
A estrutura e a arquitetura que sustentam a sua visão, com o motivo de cada alternativa descartada registrado.
03
Construir
A execução é nossa também. O que foi decidido vira sistema em produção, com o seu time dentro do trabalho e não ao lado dele.
04
Sustentar
Convenções, governança e conhecimento instalados em quem fica, para a empresa seguir sem depender da gente.
Próximo passo
Vamos entender qual decisão está na mesa
Uma conversa para entender o que precisa ser decidido, quanto capital isso compromete e o que ainda falta saber para decidir com segurança.
Cerca de 40 minutos, sob acordo de confidencialidade sempre que o processo exigir.
O degrau de entrada
Reunião de diagnóstico
40 minutos · Online · Sem custo
Você sai com: qual decisão está na mesa, onde costuma estar o risco que não aparece na apresentação de quem vende e que profundidade o prazo justifica.
Como costuma ser
- Qual é a decisão real: investir, adquirir, substituir ou reestruturar.
- O que já se sabe sobre o ativo e de quem veio a informação.
- Onde costuma estar o risco que não aparece na apresentação de quem vende.
- Que profundidade o prazo e o valor da decisão justificam.